sábado, 17 de outubro de 2009

Como definir o amor...


O AMOR ! 

Amor! O que é o amor? Por mais que se tente faze-lo, jamais se chegará a alguma definição definitiva sobre o que na realidade, vem a ser esse sentimento estranho, que surge não se sabe como, instala-se supostamente no coração, mas age sobre o cérebro, pois domina os pensamentos, e também todo o corpo, principalmente os lábios e mãos, isso para não aprofundarmos mais o assunto, pois o campo de ação é vasto. Enfim, o amor pode exercer uma ação dominadora até mesmo sobre a personalidade das pessoas, pois quase sempre obriga a uma mudança total e completa de hábitos individuais, “dos quais jamais se pensava abrir mão...”   Aliás, alguns luminares, como Drumonnd, Vinicius, e tantos outros também tentaram e não conseguiram definir o que, exatamente é o amor, e nem tampouco vou tentar fazê-lo.
Uma nova faceta a ser abordada, envolve o amor surgido entre pessoas de diferentes níveis, que podem ser intelectuais, sociais, profissionais, enfim, pessoas que pensam diferente.
Em havendo o amor recíproco, pouco importa se ambos, se apenas um, ou se os dois são poetas, são músicos, são artistas ou não... O que conta é a reciprocidade do sentimento, pois o amor tem que ir, e voltar, pois a reciprocidade é fundamental. Havendo, é meio caminho andado. Eventuais diferenças poderão ser superadas pela força do amor. Por sua própria complexidade, o amor não conhece fronteiras nem limites. Não classifica os indivíduos por sua condição social, econômica, etária ou racial. A diferença é ditada pelos preconceitos que muitas pessoas tem dentro de si, não se permitindo muitas vezes deixar fluir o amor que sentem, por questões que nada tem a ver com o amor propriamente dito. Apenas um preconceito muito arraigado.
O amor é algo sentido de dentro para fora. Portanto, não está vendo o que pessoa tem ou não tem, é ou não é. Claro que certas diferenças podem ocasionar alguns problemas, todos eles contornáveis, em existindo o amor, pois amor implica em compreensão, e através dessa compreensão, poder-se-á contornar toda e qualquer diferença.
Para que esse amor nascido entre pessoas de diferentes condições, sejam elas culturais, econômicas ou sociais, há que se ter uma dose extra de compreensão, amizade, carinho entre ambos, visando aparar as arestas eventualmente surgidas, com um máximo de ponderação.
Desde que haja boa vontade de parte a parte, uma em ensinar e a outra em aprender, as coisas poderão se acertar MUITO BEM!
Contudo, existe uma condição básica para que um amor possa dar certo, e ela passa muito longe dessas questiúnculas menores e contornáveis. Simplesmente, tem que haver reciprocidade.
Reciprocidade é a palavra mágica. Amor unilateral não dá certo. Quando apenas um dos parceiros ama, nada funciona. Nem diálogo, nem boa vontade, nada. Essa história de que a força do amor de um fará com que o outro ame também, funciona em filmes ou novelas. No máximo que o lado que ama pode conseguir é uma certa tolerância, em havendo interesses outros, como financeiros, por exemplo. Mas é coisa sem futuro.


A insistência em querer uma relação nessas condições, certamente não será GRATIFICANTE!.


A condição básica para qualquer relacionamento. Se um dos parceiros perceber que o outro não lhe tem amor, insistir será malhar em ferro frio. Será, forçosamente, algo que acabará desgastando a relação, trazendo sempre muita frustração.



Hoje é dia 17 de Outubro de 2009, Há 7 anos, eu tinha um pensamento, com 18 anos eu pensava que as coisas aconteciam porquê as pessoas queriam daquela forma! Agora sei que as coisa aconteceram porquê tinham que acontecer! Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... que o AMOR existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim... e que valeu a pena! As pessoas entram em nossa vida por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem. Não existe nada de completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes por dia. O acaso é talvez, o pseudônimo que Deus usa quando não quer assinar suas obras. Não sei ...se a vida é curta ou longa demais para nós, Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas...







Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha, é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.



Charles Chaplin







 
 
 
 
 
 
 
 
  
 
 
Camila  ( Nenhum de nós). 







E eu que tinha apenas 17 anos
Baixava a minha cabeça pra tudo
Era assim que as coisas aconteciam
Era assim que eu via tudo acontecer
E eu que tinha apenas 17 anos
Baixava minha cabeça pra tudo
Era assim que as coisas aconteciam
Era assim que eu via tudo acontecer.








Penso noventa e nove vezes e nada descubro; deixo de pensar, mergulho em profundo silêncio - e eis que a verdade se me revela. Albert Einstein.





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